O céu está tão azul, que só vemos os riscos brancos que os aviões fazem, como se fossem trilhas traçadas no ar.
Nos seus arredores, vários restaurantes e bares, com suas mesas externas, para as pessoas aproveitarem o bom tempo que está fazendo. Do lado de fora dos restaurantes, vemos cavaletes informando os pratos principais, que sempre envolvem presuntos, carpaccio, trutas, escargots, e ainda a famosa mostarda de Djon, que por sinal, não gostei. Bom mesmo, é a beleza desta cidade.
A Notre Dame de Djon, é uma igreja em estilo gótico do século XIII com os tradicionais gárgulas da época, em sua fachada, é belíssima, assim como a Igreja de St. Michel que, mistura os estilos gótico e renascentista. O Hotel Aubriot com suas coloridas telhas vitrificadas, também encanta nossos olhos.
É muito bom caminhar pelas ruazinhas estreitas com casas antigas e charmosas que deixam o madeirame à vista. Pertinho dali fica o mercado da cidade que vende produtos típicos da região. É um ponto alto desta cidade, pois parece que estamos voltando aos tempos medievais.
Andamos muito pela cidade, e reparamos que são muito poucos os empregados e garçons dos restaurantes. Aqui, na França eles custam muito caro, por isso, o comércio não dispõe de empregados, tumultuando o atendimento. A sugestão do guia foi almoçar em um bouchon, (aquele restaurante que tem um tipo de comida muito gordurosa e pesada), então não deu para acompanhar. Escolhemos um outro restaurante . Não chegamos ao ponto de sentarmos no chão da praça para comer um sanduiche, hábito muito
comum por aqui, escolhemos em um acolhedor restaurante,o “plat de jour”.
Temos tempo em Djon até as cinco horas. Comprei alguns presentes na Galeria Lafaiete, famosa loja de departamentos, que existe em diversas cidades desse país. Comprei cremes de beleza, que por aqui são bem mais baratos do que no Brasil. Tomamos sorvete, caminhando pelas ruas simpáticas de Djon, e retornamos para Beuane.
Atravessamos uma paisagem belíssima!!! Através dos vinhedos de terras famosíssimas de França. Vimos os castelos que, hoje, são os locais que os famosos e ricos franceses se reúnem para comemorações. A gente olha para o horizonte, e nossos olhos se perdem na grande extensão de terras, com tonalidades variadas de verde, produzindo desenhos nas plantações. O preço dos vinhos produzidos aqui é extremamente caro!!
Retornamos para o nosso hotel. Na televisão, soubemos que o espaço aéreo está liberado. Eu já sabia, nem estava preocupada. Amanhã vamos para Epernay. Banho de banheira, quentinho, com sais relaxantes , um bom descanso, e muita novidade pela frente...
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