Saudosos de Oslo, que muito bem nos impressionou,
pegamos um voo para Estocolmo, capital da
Suécia, uma cidade super interessante, pois é formada por cerca de 220 mil ilhas. Fiquei imaginando como se
administra uma cidade tão singular
assim, praticamente dentro da água.
Por isso, ela é chamada de Veneza
do Norte (sempre minha querida e preferida cidade Veneza como referência, com seus belíssimos
canais!!).
| Grand Hotel Estocolmo |
Ouvimos maravilhas desta cidade.
Fiquei tão surpresa ao ver como ela é belíssima...uma cidade que cuida do meio
ambiente como poucas. O frio é intenso. Pode atingir 50 graus negativos, no
inverno, segundo soube, mas a população local sabe contornar perfeitamente bem essa adversidade, e segundo os
brasileiros residentes aqui, tudo vale a pena. O verão é celebrado até o último
raiozinho de sol. Estocolmo é um
arquipélago cujas ilhas são de todos os tamanhos, formas, vegetação, de uma
beleza indescritível. O planejamento da cidade é impecável, uma das cidades
mais limpas, organizadas e seguras do planeta.
Esta cidade é linda. Dizem os
suecos que é a mais bela da Escandinávia. Eu diria, talvez, uma das belas da
Europa.
Podemos caminhar pelas ruas e
admirar suas belas construções, sem grandes
preocupações com segurança. Estamos com sorte.
Faz um tempo super agradável, não chove e o sol brilha. Tudo que alguém
nessa cidade pode esperar de bom para um passeio.
Apesar disso, não estamos dispensando o casaco pesado e
cachecóis para a proteção dos ventos frios.
Existem 57 pontes que conectam as
ilhas, pelo menos 14 delas. Além da beleza natural, Estocolmo mistura áreas
verdes com riqueza cultural. São mais de 100 museus e 70 galerias de arte. O
sistema público de transporte é super eficaz, conectando com bilhete único,
trem, metrô, ônibus e barca.
A Suécia está entre os países do
mundo que gastam a mais elevada percentagem do produto interno bruto em
serviços sociais, de acordo com a OCDE ( Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico). O dinheiro é aplicado na educação, inteiramente
financiada pelos impostos, e na saúde que é fortemente financiada pela arrecadação fiscal. Por aqui, me
parece, as políticas públicas estão
em vigor, são relativamente justas, a questão de gênero é tratada com
igualdade, os idosos são tratados com respeito, e o povo é bem mais tranquilo a
cerca de seu futuro.
Passeando pela Klarabergsgatan, uma das ruas mais movimentadas de Estocolmo,
nosso pensamento voa, tão longe, que cada vez mais nos distanciamos dos
cenários brasileiros que estão gravados em nossa mente, esse é o melhor efeito para quem viaja. Esquece o dia, a hora, o
tempo.
Caminhamos até alcançarmos uma
área rebaixada, bastante movimentada, com shoppings e restaurantes. Todo esse conjunto é cercado por
prédios e ruas comerciais, e também,
pela Drottninggatan, que é a rua de pedestres. Observei a escadaria que serve
como ponto de encontro de jovens, sempre
muito festivos e animados.
Muitos são os pontos turísticos a serem visitados, qui
em Estocolmo, como a Gamla Stan, a Stadhuset ( prefeitura) , o
Parlamento, a Kungstradgarden, a Ópera, a rua Hamngatan, o Palácio Real, o museu Vasa, o Parque Skansen, o Nordiska
Museum, a Drottingholm, residência oficial da rainha. Vou falar sobre eles em
outras postagens.





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