sexta-feira, 1 de maio de 2015

Estocolmo – Uma cidade quase perfeita.


Saudosos  de Oslo, que muito bem nos impressionou, pegamos um voo para Estocolmo, capital da  Suécia,  uma cidade  super interessante, pois é formada por cerca  de 220 mil ilhas. Fiquei imaginando como se administra uma cidade  tão singular assim,  praticamente dentro da água.
Por isso, ela é chamada de Veneza do Norte (sempre minha querida e preferida cidade  Veneza como referência, com seus belíssimos canais!!).







 


Nosso hotel  é o Grand Stocholm, que por si só já é uma atração.

Grand Hotel Estocolmo

Ouvimos maravilhas desta cidade. Fiquei tão surpresa ao ver como ela é belíssima...uma cidade que cuida do meio ambiente como poucas. O frio é intenso. Pode atingir 50 graus negativos, no inverno, segundo soube, mas a população local  sabe contornar perfeitamente  bem essa adversidade, e segundo os brasileiros residentes aqui, tudo vale a pena. O verão é celebrado até o último raiozinho de sol.   Estocolmo é um arquipélago cujas ilhas são de todos os tamanhos, formas, vegetação, de uma beleza indescritível. O planejamento da cidade é impecável, uma das cidades mais limpas, organizadas e seguras do planeta.

Esta cidade é linda. Dizem os suecos que é a mais bela da Escandinávia. Eu diria, talvez, uma das belas da Europa.   
             
Podemos caminhar pelas ruas e admirar  suas belas construções, sem grandes preocupações com segurança. Estamos com sorte.  Faz um tempo super agradável, não chove e o sol brilha. Tudo que alguém nessa cidade pode esperar de bom para um passeio. Apesar disso,  não estamos dispensando o casaco pesado e cachecóis para a proteção dos ventos frios.  Existem  57 pontes que conectam as ilhas, pelo menos 14 delas. Além da beleza natural, Estocolmo mistura áreas verdes com riqueza cultural. São mais de 100 museus e 70 galerias de arte. O sistema público de transporte é super eficaz, conectando com bilhete único, trem, metrô, ônibus e barca.


A Suécia está entre os países do mundo que gastam a mais elevada percentagem do produto interno bruto em serviços sociais, de acordo com a OCDE ( Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O dinheiro é aplicado na educação, inteiramente financiada pelos impostos, e na saúde que é fortemente financiada  pela arrecadação fiscal. Por aqui, me parece,  as políticas públicas  estão  em vigor, são relativamente justas, a questão de gênero é tratada com igualdade, os idosos são tratados com respeito, e o povo é bem mais tranquilo a cerca de seu futuro.
Passeando pela Klarabergsgatan,  uma das ruas mais movimentadas de Estocolmo, nosso pensamento voa, tão longe, que cada vez mais nos distanciamos dos cenários brasileiros que estão gravados em nossa mente, esse  é o melhor  efeito para  quem viaja. Esquece o dia, a hora, o tempo.  



Caminhamos até alcançarmos uma área rebaixada, bastante movimentada, com shoppings e  restaurantes. Todo esse conjunto é cercado por prédios e ruas comerciais,  e também, pela Drottninggatan, que é a rua de pedestres. Observei a escadaria que serve como ponto de encontro de jovens,  sempre muito festivos e animados.



 

 
Muitos são  os pontos turísticos a serem visitados, qui em Estocolmo,  como  a Gamla Stan, a Stadhuset ( prefeitura) , o Parlamento, a Kungstradgarden, a Ópera, a rua Hamngatan, o Palácio Real,  o museu Vasa, o Parque Skansen, o Nordiska Museum, a Drottingholm, residência oficial da rainha. Vou falar sobre eles em outras postagens.


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