Arles está envolvida por um ambiente de beleza excepcional nas margens do rio Ródano, rodeada pelo árido planalto do Crau, pelos Alpilles e pelas terras úmidas da Camarga.
Antiga cidade da Gália Romana, data do Século 7 antes de Cristo e conserva importantes vestígios desta época como a Arena, o Teatro e os Banhos Romanos de Constantino. Estes vestígios Romanos estão perfeitamente integrados no casario da cidade que ainda apresenta ruas tipicamente medievais. Arles é a porta da Camarga, terra dos Ciganos. Hoje as Corridas de Touros e Touradas são feitas na mesma arena usada há 2000 anos pelos romanos.


As Arenas de Arles e Nîmes, em França, são os dois exemplares de arenas do mundo romano que ainda se encontram em melhor estado de conservação. A arena de Arles poderá datar da época de Augusto. A de Nîmes é uma das que se inspiram no Anfiteatro de Flávio em Roma (Coliseu). É possível estabelecer uma ligação entre os dois edifícios, ambos erigidos durante a segunda metade do século I a. C., pela sua estrutura exterior e pelas suas dimensões.
A foto dos corredores e escadas, foram tiradas, exatamente, do local, onde, no passado, os gladiadores caminhavam, talvez, pela última vez, rumo a sangrenta luta.
Estão integradas num conjunto classificado pelo Patrimônio Mundial pela UNESCO desde 1981 e designado Monumentos Romanos e Românicos de Arles.


Arles lembra Van Gogh que aqui esteve com o seu amigo Paul Gauguin e pintou 200 quadros. Picasso, um amante de touradas, inspirou-se nela e pintou 2 quadros e 57 desenhos.
“Vincent Willem van Gogh foi um pintor pós impressionista holandês, considerado um dos maiores de todos os tempos.Sua vida foi marcada por fracassos. Ele apresentava algum distúrbio mental e por isso incapaz de constituir família e custear a própria subsistência. Aos 37 anos, cometeu suicídio. A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição das suas telas em Paris em 1901. Van Gogh é considerado um dos pioneiros na ligação das tendências com as aspirações modernistas, sendo a sua influência reconhecida em variadas frentes da arte do século 19, como por exemplo o expressionismo, o fauvismo e o abstracionismo.
Caminhamos pela bela Arles, ouvimos sua história na praça principal. Porém o que mais me arrebata nesta cidade, é o clima de arte e cultura que os famosos pintores do início do século 20 emprestam a cada rua, esquina, café, jardim. Ninguém menos que Gauguim, Paul Cezanne, Picasso, e o próprio Van Gogh foram os mais célebres personagens da cidade. A dramaticidade da história de Van Gogh me sensibilizou muitíssimo. A história de sua vida é bastante conhecida, e ganha contornos irresistíveis, quando nos vemos sentados no café em que pintava seus famosos quadros, ou quando visitamos o hospital que o abrigou, ou mesmo só em apreciar os vastíssimos campos de flores e vinhedos da Provence. O café que ele frequentava mantém-se intacto, só mudou o nome, de Terraço , para Café Van Gogh,. Foi um prazer enorme posar em frente deste café, que tem o quadro do grande pintor, retratando o próprio café. Emocionante.
Ainda hoje, os visitantes podem tomar o lugar no canto nordeste da Place du Forum, onde o artista montou seu cavalete, e sentir-se parte daquela paisagem tão real.
Este foi um dos ponto altos da visita a Arles. (O outro, foi o café que Van Gogh frequentava). Naqueles tempos, pela manhã, aconteciam as lutas de gladiadores contra leões, e à tarde, contra outros gladiadores. Estas atividades, eram consideradas alta diversão para o povo.
Quando Napoleão III foi imperador, sua esposa tinha linhagem espanhola; pediu ao marido que transformasse o anfiteatro, em arena de corrida de touros, onde os mesmos eram sacrificados com as manobras dos toureiros.
Estão integradas num conjunto classificado pelo Patrimônio Mundial pela UNESCO desde 1981 e designado Monumentos Romanos e Românicos de Arles.
O anfiteatro da cidade é inspirado pelo Coliseu de Roma, construído pelos romanos em 90. A arena de Arles é a maior atração turística da cidade. Na época do império romano, era palco de corridas de carruagem, e sangrentas batalhas de gladiadores.
Arles lembra Van Gogh que aqui esteve com o seu amigo Paul Gauguin e pintou 200 quadros. Picasso, um amante de touradas, inspirou-se nela e pintou 2 quadros e 57 desenhos.
Imediatamente, Arles me encantou. Fui arrebatada por sua história, suas cores, as construções milenares expostas a céu aberto, como um troféu daquele povo.
“Vincent Willem van Gogh foi um pintor pós impressionista holandês, considerado um dos maiores de todos os tempos.Sua vida foi marcada por fracassos. Ele apresentava algum distúrbio mental e por isso incapaz de constituir família e custear a própria subsistência. Aos 37 anos, cometeu suicídio. A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição das suas telas em Paris em 1901. Van Gogh é considerado um dos pioneiros na ligação das tendências com as aspirações modernistas, sendo a sua influência reconhecida em variadas frentes da arte do século 19, como por exemplo o expressionismo, o fauvismo e o abstracionismo.
Caminhamos pela bela Arles, ouvimos sua história na praça principal. Porém o que mais me arrebata nesta cidade, é o clima de arte e cultura que os famosos pintores do início do século 20 emprestam a cada rua, esquina, café, jardim. Ninguém menos que Gauguim, Paul Cezanne, Picasso, e o próprio Van Gogh foram os mais célebres personagens da cidade. A dramaticidade da história de Van Gogh me sensibilizou muitíssimo. A história de sua vida é bastante conhecida, e ganha contornos irresistíveis, quando nos vemos sentados no café em que pintava seus famosos quadros, ou quando visitamos o hospital que o abrigou, ou mesmo só em apreciar os vastíssimos campos de flores e vinhedos da Provence. O café que ele frequentava mantém-se intacto, só mudou o nome, de Terraço , para Café Van Gogh,. Foi um prazer enorme posar em frente deste café, que tem o quadro do grande pintor, retratando o próprio café. Emocionante.
A pintura é conhecida por “O terraço do café”, na "Place du Forum".
É uma pintura a óleo colorido executado pelo artista holandês, em meados de setembro 1888. A pintura não está assinada, mas descrito e mencionado pelo artista em suas cartas em várias ocasiões.
Ainda hoje, os visitantes podem tomar o lugar no canto nordeste da Place du Forum, onde o artista montou seu cavalete, e sentir-se parte daquela paisagem tão real.
O quadro ao lado, está afixado em um cavalete, no pátio do próprio hospital. Foi muito impressionante estar presente em Arles, conhecer a história de Van Gogh, sentir até a presença que o seu espírito empresta nesses lugares onde sua passagem foi tão marcante.
Há pessoas que apesar de terem um vida curta, e “sem importância” aos olhos dos mais insensíveis, ressurge de tal forma, pela força de sua arte, reconhecida pela humanidade, que penso que, uma criatura que viveu 36 anos, torturada por uma doença mental, e que acabou desistindo da própria vida, nos inspira pensarmos, em conceito de loucura.
Ao retornarmos ao hotel como de costume, gosto de acompanhar notícias locais, e programas de televisão. Estava passando na TV da suite do nosso apartamento, um documentário com Jean Paul Belmondo, o famoso ator Frances. Ele está participando do Festival de Cinema em Cannes, cidade visinha. O programa foi super legal. Relembro antigos filmes vistos durante minha adolescência, que me fizeram voltar ao passado, conectando-me, ao mesmo tempo, a este tão presente momento em Arles.
Ao retornarmos ao hotel como de costume, gosto de acompanhar notícias locais, e programas de televisão. Estava passando na TV da suite do nosso apartamento, um documentário com Jean Paul Belmondo, o famoso ator Frances. Ele está participando do Festival de Cinema em Cannes, cidade visinha. O programa foi super legal. Relembro antigos filmes vistos durante minha adolescência, que me fizeram voltar ao passado, conectando-me, ao mesmo tempo, a este tão presente momento em Arles.
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